ANGRA DOS REIS
A Prefeitura de Angra dos Reis iniciou a reforma completa do Centro Cultural Theóphilo Massad (CCTM), em um projeto que contempla modernização, acessibilidade e requalificação estrutural do espaço. A iniciativa representa um importante investimento no fortalecimento da cultura e na valorização do patrimônio público da cidade.
A obra prevê a requalificação de toda a parte elétrica, modernização dos ambientes internos e adequações de acessibilidade, garantindo mais segurança, conforto e inclusão para artistas, técnicos e para o público que frequenta o local.
Neste momento, o projeto encontra-se em fase de elaboração do projeto executivo, desenvolvido pela Secretaria de Obras e Habitação, com o rigor técnico necessário para um equipamento cultural de grande relevância para o município.
O prefeito Cláudio Ferreti destacou a importância estratégica do investimento.
— Estamos falando de uma obra estruturante, que demonstra nosso compromisso com a cultura e com o futuro de Angra. O CCTM é um símbolo da produção artística da cidade e merece um espaço moderno, seguro e acessível para todos – afirmou.
A secretária de Cultura e Patrimônio, Marlene Ponciano, reforçou o impacto positivo da iniciativa para a classe artística.
— O Centro Cultural Theóphilo Massad é um palco de grandes encontros e manifestações culturais. Essa reforma vai proporcionar melhores condições para artistas e produtores, além de garantir mais conforto e inclusão ao público. É um avanço histórico para a cultura angrense – ressaltou.
A etapa inicial da reforma será dedicada justamente à organização, catalogação e acondicionamento seguro de todo o acervo e equipamentos do espaço, garantindo que o patrimônio seja preservado durante as obras.
Já o secretário de Obras e Habitação, Tiago Scatulino, explicou que o processo está sendo conduzido com planejamento e responsabilidade.
— Estamos desenvolvendo um projeto executivo detalhado, com foco na modernização da estrutura e, principalmente, nas adequações de acessibilidade, garantindo que o espaço seja inclusivo e atenda plenamente às normas vigentes – pontuou Scatulino