ESTADO/SUL FLUMINENSE
O Rio de Janeiro viveu um dos carnavais mais movimentados dos últimos anos. Com praias cheias, blocos espalhados pela capital e intensa circulação de visitantes, a rede hoteleira praticamente atingiu a capacidade máxima durante o feriado. Dados divulgados pelo HotéisRIO apontam que a capital registrou 99,02% de ocupação, índice superior ao verificado em 2025, quando o percentual foi de 98,62%.
As áreas mais procuradas foram Glória/Botafogo (99,89%), Ipanema/Leblon (99,75%), Centro (99,47%) e Leme/Copacabana (99,46%). A Barra da Tijuca, Recreio e São Conrado também apresentaram desempenho elevado, com 97,98%.
No interior, o cenário também foi positivo. Levantamento da ABIH-RJ indica média de 83,89% de ocupação no período. Arraial do Cabo liderou com 95,40%, seguido por Miguel Pereira (94,40%), Angra dos Reis (93,90%) e Armação dos Búzios (85,80%). Outros destinos tradicionais, como Vassouras, Nova Friburgo, Paraty e Valença/Conservatória, superaram a marca de 83%.
Para o secretário de Estado de Turismo, Gustavo Tutuca, os resultados demonstram a consolidação do Carnaval como ferramenta estratégica para o desenvolvimento do estado. “O Carnaval é uma grande vitrine do Rio para o Brasil e para o mundo. Ver a capital praticamente com 100% de ocupação e o interior acima de 80% mostra que o turismo está cada vez mais integrado e fortalecido em todo o estado. Isso significa geração de emprego, renda e oportunidades para milhares de famílias. Nosso trabalho é justamente aproveitar esse momento de alta visibilidade para ampliar o fluxo turístico também fora da capital, consolidando o Rio de Janeiro como destino plural o ano inteiro”, destacou Gustavo Tutuca.
O presidente do HotéisRIO, Alfredo Lopes, ressaltou que o Carnaval representa o período de maior permanência média dos visitantes, superando até mesmo o Réveillon. “O Carnaval é a principal festa do Rio de Janeiro, pelo maior tempo de estadia dos hóspedes, quando comparado ao Réveillon. Essa maior permanência resulta em hotéis cheios e bons resultados para a cadeia do turismo – bares, restaurantes e shoppings – com benefícios para a arrecadação do estado”, afirmou.