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Polícia Civil prende em Barra Mansa suspeito de assassinar jovem em Porto Real

Ele é o principal suspeito da morte da namorada Daina Gonçalves Lima - Divulgação

Polícia Civil prende em Barra Mansa suspeito de assassinar jovem em Porto Real

BARRA MANSA/PORTO REAL

A Polícia Civil de Barra Mansa informou há pouco que foi preso no final desta manhã Rodrigo da Silva, vulgo Diguinho, de 29 anos. Ele, que foi encontrado em uma casa no bairro Vila Coringa, em Barra Mansa, é o principal suspeito da morte da namorada Daina Gonçalves Lima, também de 29 anos, no feriado de Corpus Christi, dia 31 de maio, em Porto Real.

A Polícia Civil, coordenada pelo delegado titular da 90ª Delegacia de Polícia, Ronaldo Aparecido de brito, chegou ao suspeito após denúncia anônima.

O crime aconteceu na residência da vítima, situada na Rua 14, no bairro Freitas Soares, em Porto Real.  Segundo relato dos policiais militares do 37º Batalhão da Polícia Militar, que fizeram a ocorrência, ao chegarem ao local, o corpo de Daina já sem vida estava nu e apresentando vários cortes, que após pericia constatou ter sido provocado por uma garrafa de cerveja.

Na 100ª DP de Porto Real, uma irmã da vítima, relatou ao delegado Marcelo Haddad, que Daina mantinha relacionamento com duas pessoas ao mesmo tempo e que Rodrigo não aceitava a situação. Relatou ainda que na terça-feira, dia 29, o suspeito já havia tentado matar a sua irmã por enforcamento, sem sucesso.

De acordo com relato da PM, na madrugada de quinta-feira, por volta das 2h15min, Diguinho foi até a casa de Daina e a flagrou na cama com o outro namorado, identificado como Francisco, vulgo Quinho. “Diguinho, então, começou a golpear a vítima com a garrafa de cerveja, enquanto Quinho evadiu-se do local”, disse um policial militar que atendeu a ocorrência.

Diante das informações obtidas no local do crime, a guarnição efetuou buscas no endereço de moradia de Rodrigo no mesmo bairro, mas não obteve êxito em encontrá-lo.

O crime foi registrado como Feminicídio, conforme o artigo 121,  parágrafo II, inciso 6 do Código Penal.

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