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Centro Universitário explica a importância de doação de corpos para estudo

É a partir destas doações que os laboratórios da área da saúde realizam estudos - Foto: Divulgação

Centro Universitário explica a importância de doação de corpos para estudo

Você já pensou em doar o seu corpo ou de algum familiar para fins de pesquisa? Esse não é um pensamento recorrente na vida das pessoas, mas, no entanto, essa doação é de grande valor e necessidade para as instituições de ensino que mexem com anatomia. A coordenadora dos Laboratórios Multidisciplinares do Centro Universitário de Barra Mansa (UBM), Elaine Sanches, explica que para o aprimoramento teórico é imprescindível que o estudante tenha a vivência da prática.

“Os modelos artificiais são uma forma de complementar o estudo, mas não substituem a estrutura detalhada encontrada nos cadáveres”, afirma, acrescentando que o estudo prático na área da Anatomia é imprescindível para uma formação de qualidade, que irá levar bons profissionais para a sociedade.

Ela enfatiza também a dificuldade em conseguir esse tipo de doação e a urgência que a instituição tem. “Só esse semestre nós recebemos quase quatro mil alunos para o estudo prático. Além do aprendizado na disciplina, essa experiência ajuda os estudantes a trabalharem o respeito à vida e seu lado humanístico, mostrando que é uma prática exitosa para o mundo no trabalho”, completou.

Como doar? 

Após tomar a decisão, a pessoa interessada em fazer a doação deve procurar o cartório de sua cidade para fazer uma declaração denominada Termo de intenção ou Escritura Pública, para formalizará a intenção. Essa declaração pode ser feita por qualquer pessoa após os 18 anos de idade.

Familiares também podem doar seus entes falecidos e, nesse caso, não há muitas contraindicações para a doação, mas, recomenda-se que a morte do doador tenha sido de causa natural. Caso a morte tenha sido causada por acidentes graves, doenças ou outras situações extremas, o corpo deve ser encaminhado para o IML para a avaliação. Além dos corpos, órgãos também podem ser doados para estudo.

Farmacêuticos estão no topo do ranking de empregos formais

Uma pesquisa feita pela revista Exame mostrou que a profissão farmacêutica foi à terceira no ranking das profissões que mais tiveram contratações nos quatro primeiros meses de 2018. De acordo com o Conselho Federal de Farmácia, a tendência de crescimento é ainda maior.

Unindo duas áreas de conhecimento – a Química e a Biologia –, o curso de Farmácia reúne uma infinidade de tarefas no mercado, para além daquela pessoa do tradicional e conhecido atendente de um estabelecimento de farmácia.

A Mestre em Ciências Farmacêuticas Nylza Gonçalves, coordenadora do curso de Farmácia do Centro Universitário de Barra Mansa (UBM), frisou que esse panorama demonstra um resgate do farmacêutico como protagonista do cuidado com a saúde. “A empregabilidade é certamente um dos pontos fortes para que o curso e a profissão cresçam novamente”, pontuou.

O farmacêutico cuida do medicamento, desde sua pesquisa e desenvolvimento nos laboratórios até a sua liberação nos balcões das drogarias e farmácias de manipulação. É ele que detém, ainda, os técnicos a respeito dos medicamentos utilizados na prevenção e no tratamento de diversas doenças.

Na região, a profissão também ganha destaque. No UBM, nos últimos anos, dezenas de novos farmacêuticos foram formados. Na instituição, o vestibular para Farmácia está aberto, com valores promocionais para os ingressantes do segundo semestre. A última prova do Vestibular UBM 2018.2 acontece neste domingo. As inscrições podem ser feitas pelo site www.ubm.br/vestibular2018 ou nos campus Barra Mansa ou Cicuta, ou ainda usando a nota obtida no Enem. Mais informações pela Central de Relacionamento no telefone (24) 3325-0247 ou pelas redes sociais do UBM.

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