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Valença tem caso confirmado de febre amarela e uma morte suspeita

Foto: Arquivo

Valença tem caso confirmado de febre amarela e uma morte suspeita

VALENÇA
A assessoria de imprensa da prefeitura confirmou na tarde desta sexta-feira, dia 12, a morte de um homem de 65 anos com suspeita de febre amarela. Mais cedo, a Secretaria de Estado de Saúde divulgou que exames realizados pela Fiocruz constataram a presença do vírus da doença em material sorológico colhido de um paciente que estava internado no Hospital Escola de Valença. De acordo com a prefeitura, o paciente é um homem de 53 anos, morador de Resende, que foi transferido, a pedido da família, para uma unidade de saúde daquele município.

Ainda segundo a assessoria de imprensa, o homem que acabou morrendo era morador da área rural de Valença e não teria se imunizado contra a doença nas últimas campanhas de vacinação por vontade própria. Outros dois casos suspeitos estão sendo investigados. Materiais sorológicos foram colhidos e serão enviados a um laboratório no Rio.

Vacinação intensificada
A partir deste sábado, dia 13, a vacinação em Valença será intensificada. Todas as unidades de saúde farão a imunização, das 7 às 19 horas, todos os dias, inclusive aos sábados e domingos. Valença já é considerada uma área afetada pela febre amarela, conforme informou a assessoria de imprensa da prefeitura.

A assessoria de imprensa ressaltou que nas últimas vacinações o município alcançou 84% da cobertura vacinal, no entanto por ter grande área de mata, a segunda maior do estado, as equipes de saúde irão intensificar o trabalho de imunização nessas regiões rurais, inclusive realizando visitas aos domicílios.

A prefeitura garantiu que há vacinas disponíveis para toda a população e devem se vacinar pessoas a partir de 9 meses de idade, incluindo idosos e gestantes. A imunização é contraindicada para: pessoas com alergia a algum componente da vacina e alergia a ovos e derivados; pessoas com doença febril aguda, com comprometimento do estado geral de saúde; ou ainda pacientes com doenças que causam alterações no sistema de defesa (nascidas com a pessoa ou adquiridas), assim como terapias imunossupressoras – quimioterapia e doses elevadas de corticosteroides, por exemplo. Nesses casos, o médico deve ser consultado.

Quais são os principais sintomas?
Os sinais e sintomas mais comuns da doença são: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos que duram, em média, três dias. Nas formas mais graves da doença, podem ocorrer icterícia (olhos e pele amarelados), problemas no fígado e nos rins, hemorragia e cansaço intenso.

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