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Sassaricando – Oscar Nora

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Na partida desta noite em Guayaquil contra o Emelec, a ausência do zagueiroRever nem é a principal preocupação. Afinal, recentemente, ele e o experiente Juan já atuaram juntos algumas vezes. A ausência de Felipe Vizeu também não é tão importante como se pensa. Desde que foi negociado para a Europa, Vizeu está longe de ser o que era em campo.
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O problema do Flamengo são os bastidores discutindo a venda de Vizeu; a lamparina das eleições rubro-negras pegando fogo; a pressão ocasionada pelo resultado diante do River Plate, em casa; as últimas atuações que culminaram com a derrota para o Macaé.  Ainda assim, creio, o Flamengo volta do Equador sorrindo.
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O O esporte brasileiro está triste com o falecimento de Bebeto de Freitas, ontem à tarde em Belo Horizonte. Morreu cedo, apenas 68 anos de idade. Mas em seu curto período de existência para os padrões de hoje em dia, teve tempo suficiente, e assim o fez, de mostrar com exuberância o que é estar sempre ungido da integridade, capacidade e doação.

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Um exemplar atleta, profissional e dirigente para todos que militam no esporte. Que pena tenha, uma inesperada parada cardíaca, interrompido sua gestão atual como diretor de administração e controle do Atlético-MG, quando acompanhava o lançamento oficial do time de futebol americano do clube, na Cidade do Galo.
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Bebeto não foi craque como jogador de futebol. Sua carreira esportiva começa nas quadras de vôlei, atuando pelo Botafogo onde foi campeão carioca entre 1965 e 1975. A qualidade em quadra o levou para a Seleção Brasileira nos jogos Olímpicos de 1976. Inteligente e com perfil de liderança, foi convidado para comandar a seleção brasileira masculina.
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Em seu novo desafio, por volta de 1984, foi o técnico da famosa “Geração de Prata”. Depois, em 1988, novamente comandou o Brasil nos Jogos Olímpicos em Seul, na Coreia do Sul. A fama de bom técnico o levou ao cenário internacional, primeiro dirigindo o Mexicano Parma, na Itália, onde foi campeão cinco vezes. Depois dirigindo a seleção Azzurra entre 1997 e 1998, onde faturou a Liga Mundial de 1997.
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Se não chegou a ser um craque de futebol dentro de campo, fora dele foi excelente dirigente. Em 1999, no Atlético Mineira, levou a equipe a faturar o Estadual e chegar às finais do campeonato brasileiro. Entre 2003 e 2008, como presidente do Botafogo, conquistou o campeonato carioca e o trouxe de volta à elite brasileira, de onde fora rebaixado no brasileirão. Tchau Bebeto, obrigado.
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FALTAM 92 DIAS PARA A COPA COMEÇAR

Foto/Divulgação Fifa

Competição disputada a primeira vez em 1930, no Uruguai, cuja seleção saiu vencedora, a Copa do Mundo de futebol chega a sua vigésima primeira edição dentro de 92 dias. Em 2018, na Rússia, participarão da Copa 32 seleções, selecionadas através dos torneios eliminatórios organizados pelas confederações continentais. Somente oito países foram campeões mundiais até hoje. O Brasil, única seleção a ter jogado em todas as competições, é o maior campeão com cinco títulos. É também o único proprietário permanente da Taça Jules Rimet ganha em definitivo pelo país que vencesse pela terceira vez o campeonato, o que se deu na competição em 1970, no México, com Pelé, o único jogador tricampeão mundial da história.

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