Deus permite o “Quase!” – A Voz da Cidade
Siga a Voz da Cidade

Deus permite o “Quase!”

Deus permite o “Quase!”

Os pescadores estavam a mais de duzentos metros da praia. Quando se levantou um surpreendente e forte vendaval. E o barco começou a se encher de água e os pescadores começaram a ficar apavorados e correram para acordar a Jesus que estava dormindo na proa do barco. Não obstante o vento, o balanço do barco e a ventania, não foram suficientes para despertar Jesus devida à exaustão das várias caminhadas em longas distancia a pé, a ensinar, a pregar e a curar a todos. Mas foi despertado pelos seus discípulos. Então, Jesus se levantou e olhou o mar que estava revolto, as ondas empoladas e o barco quase indo a pique. Então, Jesus tranquilamente, seguro de si mesmo, bradou em alta voz: Mar, acalma-te! Vento, cessa! E milagrosamente tudo se fez bonança e seguiram viagem. E cada um dos seus discípulos ficaram intrigados: Que homem é este que até o mar e o vento lhe obedecem? (Lucas 8.22-25) Por que Jesus deixou o barco quase afundar? Por que não impediu que a tempestade se formasse? Por que deixou seus discípulos entrar em pavor? Até porque, foi o próprio Jesus que os mandou atravessar o mar da Galileia. Existem coisas entre Deus e o homem que são incompreensíveis. Por causa do ponto de vista humano, da nossa ínfima capacidade de alcançar, de raciocinar, de entender. Nossa análise está muito, ou até muitíssimo distante do Divino. O próprio Deus disse através do seu profeta Isaías: os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o Senhor. Porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos que os vossos pensamentos. (55.8,9).

O quase!, Nos leva ao extremo das nossas impossibilidades. O quase! nos leva ao pavor, a admiração. Quantos acidentes que quase! Foi fatal! E este quase! Levou fração ou milésimo de segundos; que não foi atingido, não aconteceu, não morreu. Para muitos acidentes não há explicação. Era inevitável! Mas foi livrado, foi poupado e por fé, atribuímos que foi o poder de Deus que agiu numa rapidez incrível. (Jó 9.11). Para Deus, um dia é como se fosse mil anos e mil anos como um dia. Deus é mais rápido do que a velocidade da luz que é de trezentos e sessenta mil quilômetros por segundos. Ele é chamado o Pai das luzes. (Tiago 1.17). Jesus disse: “Eis que volto sem demora”. Ele quis dizer: “Volto logo”. (Apocalipse 3.10). E os cristãos em todo mundo estão aguardando o momento da vinda de Jesus, que vem para buscar os que Ele comprou com seu sangue. Os que O esperam com fé e dedicação e resistindo os pecados e tentações para não serem achados em falta . Estamos vendo a degradação moral na sociedade, o aniquilamento dos valores que estão sendo invertidos. O profano tem tido mais valor do que o justo. A corrupção tomando conta dos corações dos políticos. A religião mudando seus valores da santificação, e da justiça. A liturgia dando lugar a exploração, as heresias, estão mudando a verdade de Deus em mentira e dando valor as coisas profanas. (Romanos 1.18-32). Por isso, ultimamente todos os cristãos em todo o mundo devem estar atentos, guardando-se do pecado. Porque se os cristãos negligenciarem, abandonarem a fé, a submissão à Palavra de Deus. Jesus virá de repente buscar os que são fieis. Então: Os que deixaram para se decidir por Jesus, depois: “quase” que poderiam ter sidos salvos. Mas foram atingidos pelo desastre da negligencia. E a perdição eterna, será fatal! Jesus adverte aos seus seguidores: E olhai por vós, não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida, e venha sobre vós, de improviso, aquele dia. Porque virá como um laço, sobre todos os que habitam na face de toda a terra. Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem. (Lucas 21.34-36).

Compartilhe!Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on Twitter
Classifique essa Notícia
Sem Comentários

Comentar